Peyronie: saiba as causas e como prevenir a doença

Pouco conhecida por esse nome, a doença de Peyronie é caracterizada pela curvatura do órgão sexual masculino no momento de ereção. Cada pênis possui características próprias com relação ao formato, largura e tamanho, e ter uma ereção curvada não é necessariamente um motivo de preocupação. Mas a doença de Peyronie causa uma curvatura ou dor significativa em alguns homens. Segundo o especialista em urologia, Cristiano Paiva, a Peyronie é uma condição benigna, que não causa risco algum os portadores da doença. Além, de ser mais comum entre homens acima dos 50 anos. Nos jovens a probabilidade é menor, contudo, não estão imunes em apresentar o problema.

Não existe uma “incidência” exata, estudos recentes mostram que em torno de 10% dos homens com mais de 40 anos de idade poderão ter cicatrizes em seus pênis. No entanto, apenas uma parte desses homens têm cicatrizes significativas para se preocupar ou solicitar um exame médico.

Segundo Paiva, este processo é produzido por formação de cicatrizes no revestimento do corpo cavernoso do pênis, uma estrutura conhecida como túnica albugínea. A doença pode se manifestar de duas formas no órgão sexual masculino: presença de fibrose e nódulos endurecidos ou, em casos mais graves, placas calcificadas. Em alguns casos, as ereções e a tensão podem agravar a dor e prejudicar a vida sexual dos portadores da doença.

No geral, acredita-se que a Doença de Peyronie seja causada por pequenas pancadas no pênis. Tais pancadas geram inflamação e cicatrização anormal na capa dos corpos cavernosos, responsáveis pela ereção. Essa má cicatrização altera a elasticidade do pênis, provocando sua curvatura. A evolução dessa condição é a calcificação de placas no órgão, que geram impacto direto sobre a vida sexual do homem.

Complicações

As complicações da doença de Peyronie podem incluir:

  • Incapacidade de ter relações sexuais
  • Dificuldade em alcançar ou manter uma ereção (disfunção erétil)
  • Ansiedade ou estresse sobre as habilidades sexuais ou a aparência do pênis
  • Estresse no seu relacionamento com seu parceiro sexual
  • Dificuldade em gerar um filho, porque a relação sexual é difícil ou impossível
  • Comprimento reduzido do pênis
  • Dor peniana

Peyronie tem cura?

Sim. O tratamento da doença de Peyronie pode ser clínico ou pode requerer um tratamento cirúrgico, (para corrigir a curvatura do pênis), dependerá da fase da doença e dos sintomas de cada paciente.

Em um número muito pequeno de casos (cerca de 13 em 100), a doença de Peyronie desaparece sem ser tratada. Muitos especialistas em saúde sugerem tratar a doença sem cirurgia nos primeiros 12 meses após a primeira ocorrência da doença.

Homens com placas pequenas, sem muita curvatura do pênis, sem dor e sem problemas com o sexo podem não precisar ser tratados. Se você precisar ser tratado, há muitas opções.

Peyronie Manaus: onde achar tratamento

A população conta agora com o ipok, um aplicativo inovador de Bem-Estar e Saúde, cujo objetivo é facilitar o dia a dia de usuários que precisam agendar uma consulta médica de forma prática, ágil e segura. Além disso, é possível, avaliar o atendimento de um profissional de saúde, efetuar buscas por profissionais especializados ou acompanhar informações detalhadas para cada doença ou diagnóstico médico. Inclusive, na plataforma ipok é possível agendar uma consulta com o urologista Cristiano Paiva ou outros especialistas em urologia em Manaus.

Atenção: A informação descrita acima, serve apenas como apoio e não, substitui em hipótese alguma, a consulta médica com um profissional especializado. Para um diagnóstico preciso, procure uma avaliação médica de sua preferência ou no serviço público de saúde.

FONTE: Ministério da Saúde; Sociedade Brasileira de Urologia, American Urological Association e Urology Care Foundation.

O que é artrite reumatoide: causas, sintomas e tratamento

Essa doença autoimune que ataca as articulações pode causar dores e deformações. Mas novos remédios permitem um controle adequado do problema

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Com os avanços da medicina, hoje dá para viver bem com artrite reumatoide (e livre de deformações) (Foto: Tomas Arthuzzi/SAÚDE é Vital)

A artrite reumatoide – que, entre outras várias pessoas, acomete a atriz Betty Faria – é uma doença autoimune caracterizada pelo ataque do próprio corpo às articulações, o que provoca inchaço, rigidez e dores nas juntas, capazes inclusive de limitar a movimentação no dia a dia. O distúrbio costuma atacar especialmente dedos, joelhos e tornozelos.

Se a inflamação crônica não for contida, leva a deformações e chega a degenerar inclusive os ossos. O comprometimento na qualidade de vida é ilustrado pela dificuldade de realizar tarefas tão simples como escovar os dentes.

A artrite reumatoide é mais comum em mulheres na faixa dos 30 aos 50 anos. Hoje se sabe que seus danos não se limitam às juntas. O estado de inflamação instaurado pelo distúrbio aumenta o risco de entupimento nas artérias e, consequentemente, infartos e AVCs, além de repercutir na saúde dos olhos, dos nervos e dos pulmões.Veja também

Sinais e sintomas

– Dor e inchaço nas juntas
– Rigidez nas articulações, principalmente pela manhã
– Dificuldade de movimentação dos dedos ou dos membros
– Redução do apetite e perda de peso
– Febre baixa
– Fadiga
– Nódulos visíveis na pele próximos às juntas

Fatores de risco

– Predisposição genética
– Sexo feminino
– Excesso de peso
– Tabagismo
– Desequilíbrios hormonais
– Depressão, possivelmente ( Encontre psicólogos em manaus )

A prevenção

Como a origem da artrite reumatoide não é plenamente conhecida, ainda não é possível falar em prevenção primária. Podemos, sim, prevenir complicações e limitações impostas pela doença. E isso se faz com diagnóstico e tratamento precoces.

Exercícios realizados com indicação médica e sob a supervisão de um educador físico também ajudam a contornar os sintomas e a devolver qualidade de vida. Estudos sugerem que, pelo potencial anti-inflamatório das gorduras mono e poli-insaturadas, o consumo rotineiro de azeite de oliva e pescados como sardinha e salmão favoreçam o estado das juntas.

O diagnóstico

O profissional indicado para se chegar ao veredicto é o reumatologista, que, pelo exame físico, avaliação do histórico do paciente e radiografias de mãos e pés, já consegue ter uma boa ideia se a confusão nas juntas foi armada pela artrite reumatoide.

O especialista poderá compor a investigação por meio de exames de sangue, como o que apura a presença de um anticorpo conhecido como fator reumatoide. Outros testes não raro são solicitados para descartar condições autoimunes como lúpus e artrite psoriática.

Como os primeiros três meses após a eclosão dos sintomas são considerados essenciais para impor um bom controle sobre o problema, o diagnóstico precoce é considerado uma arma preciosa para conter a artrite reumatoide.Veja também

O tratamento

Ainda não há cura para artrite reumatoide, mas, felizmente, os remédios disponíveis hoje permitem ao paciente levar uma vida praticamente normal. Isso, claro, se seguir o tratamento à risca e adotar outros hábitos saudáveis, como a prática supervisionada de atividade física.

Existem diversas classes de medicamentos usadas para controlar a artrite — de anti-inflamatórios à base de corticoides aos chamados DMARDS, drogas antirreumáticas modificadoras da doença. Esses últimos são medicações biológicas injetáveis que anulam o processo inflamatório que se apodera das articulações.

Existem remédios mais novos e de uso oral, aliás, que atuam nas células de defesa que participam dessas reações. Enfim, com uma terapia individualizada e bem estruturada, é possível controlar o inchaço, a dor e a limitação de movimentos causada pela doença.

Durante as crises nas juntas, os médicos prescrevem repouso. Mas, fora dessas situações, praticar atividade física é mais do que recomendado, uma vez que melhora a mobilidade, baixa a inflamação e auxilia a silenciar a dor. Existem evidências ainda de que abandonar o tabagismo, se for o caso, conta pontos para manter a doença quietinha, já que o cigarro favorece o processo inflamatório.

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Obesidade cresce e atinge quase 20% da população

Em 2008, taxa era de 11,8%; entre as principais causas do aumento de peso está o consumo de produtos ultraprocessados

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Alimentação: brasileiro ainda compra muitos itens calóricos e sem tanto valor nutricional (zeljkosantrac/Getty Images)

Enquanto parte dos brasileiros incorporou mais frutas e hortaliças à dieta e tem se exercitado mais, outra parcela da população está ficando mais obesa.

De acordo com a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada hoje (24) pelo Ministério da Saúde, a taxa de obesidade no país passou de 11,8% para 19,8%, entre 2006 e 2018.

Foram ouvidas, por telefone, 52.395 pessoas maiores de 18 anos de idade, entre fevereiro e dezembro de 2018. A amostragem abrange as 26 capitais do país, mais o Distrito Federal.

Para o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira, apesar de ter havido melhora no cardápio, o brasileiro ainda compra muitos itens calóricos e sem tanto valor nutricional. “Temos ainda um aumento maior de obesidade porque ainda há consumo muito elevado de alimentos ultraprocessados, com alto teor de gordura e açúcar.” Segundo ele, o excesso de peso é observado sobretudo entre pessoas de 55 e 64 anos e com menos escolaridade.

O estudo mostra que, no período, houve alta do índice de obesidade em duas faixas etárias: pessoas com idade que variam de 25 a 34 anos e de 35 a 44 anos. Nesses grupos, o indicador subiu, respectivamente, 84,2% e 81,1% ante 67,8% de aumento na população em geral.

Sedentarismo e obesidade

A capital com o menor índice de obesidade foi São Luís, com 15,7%. Na outra ponta, está Manaus, com 23% de prevalência.

O ministério destacou que, no ano passado, ocorreu uma inversão quanto ao recorte de gênero. Diferentemente do padrão verificado até então, identificou-se um nível maior de obesidade entre as mulheres. A percentagem foi de 20,7% contra 18,7% dos homens.

Além de conferir a prevalência de obesidade, a Vigitel reúne dados sobre o excesso de peso. Os pesquisadores concluíram que mais da metade da população brasileira (55,7%) se encontra nessa condição, índice que resultou de um crescimento de 30,8%, acumulado ao longo dos 13 anos de análise. Em 2006, a proporção de brasileiros com excesso de peso era de 42,6%.

Nesse quesito, o grupo populacional com predominância é o de pessoas mais jovens, com idade entre 18 e 24 anos. As mulheres apresentaram um crescimento mais significativo do que os homens. O delas aumentou 40%, ao passo que o deles subiu 21,7%.

Mudança de hábitos

A pesquisa também constatou que os brasileiros têm seguido uma linha de hábitos mais saudável. O consumo regular de frutas e hortaliças, por exemplo, passou de 20% para 23,1%, entre 2008 e 2018, uma variação de 15,5%.

Com base nessa referência, a Vigitel considera que as mulheres têm se alimentado melhor, já que 27,2% delas mantêm o consumo recomendado. Entre homens, a taxa é de 18,4% e, entre brasileiros, de 23,1%.

Mexendo o corpo

Outro registro positivo diz respeito à prática de atividades físicas no tempo livre. A taxa subiu 25,7%, na comparação de 2009 com 2018. O salto foi de 30,3% para 38,1%.

A dedicação a uma rotina de exercícios que dure ao menos 150 minutos semanais, é algo mais comum entre homens (45,4%) do que mulheres (31,8%). Adultos com idade entre 35 e 44 anos geraram o aumento mais expressivo na última década, de 40,6%.

A taxa global de inatividade física sofreu queda de 13,8% em relação a 2009. O percentual de inatividades das mulheres é de 14,2% e o dos homens, ligeiramente inferior, de 13%.

Obesidade

Ao mesmo tempo em que muitos deixam o sedentarismo, um número maior de pessoas também afasta da mesa refrigerantes e bebidas açucaradas. Ao todo, de 2007 a 2018, o índice de consumo desses produtos caiu 53,4% entre adultos das capitais.

Em material distribuído à imprensa, o ministério ressalta que uma das medidas do governo federal para promoção de uma alimentação adequada é um acordo fechado com representantes da indústria alimentícia, que se comprometeram a reduzir a quantidade de açúcar em produtos. Encontre endocrinologistas em manaus clicando aqui.

Segundo a pasta, o acordo, feito em novembro de 2018, deve atingir mais da metade das bebidas adoçadas, biscoitos, bolos, misturas para bolos, produtos lácteos e achocolatados que chegam às prateleiras dos mercados.

A previsão é de que 144 mil toneladas de açúcar deixem de ser usadas nos produtos até 2022.

Diabetes

No documento, o ministério ressalta que nos últimos anos os entrevistados da pesquisa Vigitel têm demonstrado um conhecimento mais amplo sobre saúde,o que facilita a descoberta de doenças como diabetes.

Na avaliação da pasta, outro fator que tem contribuído para os diagnósticos é o acesso às Unidades Básicas de Saúde (UBS), na Atenção Primária. De 2006 para 2018, houve um aumento de 40% no volume de pessoas diagnosticadas com a doença.

O balanço mais recente, feito no ano passado, contabilizou 7,7% da população adulta brasileira com o quadro de diabetes confirmado, proporção que era de 5,5% em 2006. As mulheres têm um percentual maior de diagnóstico: 8,1%. O índice dos homens é de 7,1%.

Segundo o ministério, no intervalo de 2008 a 2018, o acesso a medicamentos para diabetes aumentou em mais de 1.000%. No ano passado, foram distribuidos 3,2 bilhões de medicamentos a 7,2 milhões de pacientes. Em 2008, o quantitativo foi de 274 milhões de unidades entregues a 1,2 milhão de pacientes.

Atualmente, o SUS [Sistema Único de Saúde] oferta de forma gratuita o tratamento medicamentoso para a doença, entre eles, cloridrato de metformina, glibenclamida e insulinas NPH e regular. Em 2018, a pasta investiu R$ 726 milhões na aquisição dos medicamentos.

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Andropausa – Uma realidade do homem moderno

A Andropausa ou cientificamente chamada de DAEM (Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino) é uma realidade cada vez mais diagnosticada no consultório em homens após os 40 anos. Algumas doenças e o próprio envelhecimento mimetizam os sinais da andropausa. A deficiência de testosterona (principal hormônio envolvido) se manifesta clinicamente por múltiplos sintomas, desde os sexuais até os menos específicos, que se refletem na queda do desempenho físico e mental e em problemas neuropsiquiátricos (como depressão, ansiedade, irritabilidade e dificuldade de concentração). Os sintomas não específicos da andropausa raramente são reconhecidos como decorrentes de deficiência androgênica, sendo, assim, atribuídos ao estresse causado pelo trabalho ou a dificuldades do cotidiano. Eventualmente, alguns homens com deficiência de androgênios apresentam sintomas não específicos da ANDROPAUSA, como ondas de calor, suores e sensação de frio e palpitações.

Tais sintomas prejudicam a vida sexual, provocando a redução do desejo (libido) e da capacidade de ereção. Entre tantos sinais e sintomas da ANDROPAUSA, um dos maiores é a ausência de ereções espontâneas pela manhã, hoje um dos principais mecanismos fisiológicos para assegurar a longevidade da função peniana. Existem hoje questionários específicos para avaliação da ANDROPAUSA que são utilizados em conjunto com a dosagem hormonal para o diagnóstico e seguimento durante o tratamento que envolve de forma indissociável: reposição hormonal, atividade física e dieta. Em caso de sinais sintomas de ANDROPAUSA o homem deve procurar um urologistas em Manaus, com formação em Andrologia para devido tratamento. É muito comum hoje ser iniciada a reposição hormonal sem uma completa avaliação da saúde prostática para se descartar a possibilidade de um TUMOR DE PRÓSTATA pré existente que poderá evoluir de forma rápida com o uso de testosterona. Os grupos de maior risco para existência de um câncer de próstata após os 40 anos são: História Familiar de Câncer de Próstata, Raça Negra e Obesidade. Tendo em vista sua alta incidência, a ANDROPAUSA deve ser também investigada durante os exames preventivos prostáticos anuais. Faça seu teste em nosso site e avalie se vc tem ou não ANDROPAUSA e qual o grau da mesma.

Texto desenvolvido pelo Dr. Cristiano Paiva, Especialista em Urologia – caso você deseje agendar uma consulta acesse: https://ipok.app/profissional/cristianopaiva

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Câncer de próstata

O câncer de próstata é a neoplasia maligna mais comum entre os homens. A próstata é uma glândula  localizada na parte baixa do abdômen e à frente do reto. A doença ocorre quando células dessa glândula começam a se multiplicar de forma desordenada.

Sintomas

Geralmente, o câncer de próstata pode não apresentar sintomas na fase inicial. Alguns pacientes podem, inclusive, nunca ter sintomas. Por isso é fundamental que a partir do 40 anos, quando os fatores de risco aumentam, homem faça exames preventivos de rotina, para que haja a detecção precoce. Quando o tumor maligno cresce, os sintomas mais comuns estão relacionados à dificuldade para urinar, com urgência, dificuldade e levantar várias vezes à noite para ir ao banheiro.

Prevenção

Como se prevenir?

Dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais e com menos gordura;
Consumir tomate;
Pelo menos 30 minutos diários de atividade física;
Manter o peso adequado à altura;
Diminuir o consumo de álcool;
Não fumar;
Homens a partir dos 40 anos devem realizar exames de rotina;
Quem tem histórico familiar da doença deve avisar o médico, que indicará outros exames necessários.

Tratamentos

De acordo com a fase do tumor e as características do paciente, o médico poderá definir quais as melhores formas de tratamento. Nos estágios iniciais da doença (tumores localizados e localmente avançados) a prostatectomia radical é indicação ouro. Consiste em uma cirurgia para retirada da próstata e apresenta altos índices de cura podendo restaurar totalmente a saúde do homem.

Texto desenvolvido pelo Dr. Cristiano Paiva, Especialista em Urologia – caso você deseje agendar uma consulta acesse: https://ipok.app/profissional/cristianopaiva